sexta-feira, 18 de agosto de 2017

O judiciário ataca a autonomia das universidades

O judiciário brasileiro, talvez motivado pelas tacadas de Sérgio Moro, resolveu extrapolar de vez todos os limites da própria atuação. Na Bahia, um juiz resolveu suspender a sessão do Conselho Universitário (CONSUNI), da Universidade Federal do Recôncavo Baiano (UFRB) que concederia o título de Doutor Honoris Causa ao ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva. A Universidade soltou uma nota à comunidade repudiando a atitude do juiz, explicando que recorrerá da decisão a fim de que a vontade da comunidade, emanada de seu Conselho Superior, seja respeitada. Se as pessoas ainda não tinham acordado para o fato de que vivemos em um estado de exceção, talvez, o façam agora. A verdade é que o judiciário, em alguns casos, como este, extrapola inteiramente os limites do aceitável. Não demora e o poder central passa a nomear juízes e juízas como reitores e reitoras das universidades públicas brasileiras.


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quinta-feira, 17 de agosto de 2017

Orgulho de ter administrado a UFAM

Quando uma matéria de jornal como a publicada por um dos jornal se Manaus reconhece o trabalho que realizamos, embora sem dar crédito, ficamos com a sensação de orgulho por ter participado de uma administração comandada pela reitora Márcia Perales Mendes Silva. Como Pró-reitor de Pesquisa e Pós-graduação da Universidade Federal do Amazonas (UFAM) na administração que tinha como reitora a professora Márcia Perales Mendes Silva e como vice-reitor, o professor Hedinaldo Narciso Lima, sinto-me feliz pelo dever cumprido. Entregamos a UFAM, com as contas equilibradas a ponto de uma Nota Oficial da “nova administração” ter ressalto que a “UFAM está na contramão da crise”. E está mesmo. Não corre o menor risco que as demais IES brasileiras passam. Pelo menos no início da administração atual. Os resultados obtidos são frutos de um trabalho coletivo liderado pela reitora Márcia Perales, é verdade, porém, com destaque para o trabalho realizado pela Pró-reitoria de Planejamento (PROPLAN), liderada pela professora Mariomar Sales. O coletivo, como sempre ressaltou a reitora Márcia Perales, é fundamental para que objetivos com estes eu alcançamos sejam atingidos.


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quarta-feira, 16 de agosto de 2017

O feto e o afeto em Educação

Às vezes fico a imaginar que “se fazer entender”, no meio educacional, não é apenas Ciência, mas, uma arte. Inclusive, a arte de ouvir mais e falar menos. Quem sabe, para se poder entender mais os outros. Porque, muito provavelmente, só se faz entender, quem, também, entende. Esta dialética comunicacional é crucial dentro da sala de aula e fora dela. Diria mais: nos espaços de aprendizagem ao longo de toda a vida. Porque, no fundo, o processo de aquisição de conhecimentos nem passa pela escola. Começa quando o feto se dá conta de que possui contato com o mundo exterior, ainda na barriga da mãe, e recebe (e acumula) informações que lhes serão úteis ao logo da vida. Feto e afeto, ao que parece, imbricam-se desde a origem.


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