quarta-feira, 28 de junho de 2017

O monstro chamado mente humana

Ela nos aprisiona. Também pode nos libertar. Único “local” do corpo humano que só consegue ser acessado por uma pessoa: nós mesmos. Tanto que é o maior desafio dos torturadores: dominá-la. Também é chamada romanticamente de “alma humana”. Ou, ainda mais romanticamente, de “coração”, no gênero oposto, o masculino. É nosso esconderijo para TUDO o que pensamos, desejamos e imaginamos. Ao meu ver, está mais para monstro que santo. Porque, também, é o abrigo das nossas frustrações. Dos nossos desejos de vingança, de amor, de ódio... Por mais que tentemos dominá-la, por ela somos dominados. É nosso único abrigo. Mas, nossa maior fonte de libertação!


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A vida é a nossa maior escola

Sem querer desmerecer nós, os professores e professoras, pois sou um deles, tenho a impressão de que a vida é a nossa maior escola. Por mais que saibamos tudo, sabemos pouco ou quase nada. E é este círculo virtuoso do saber e não-saber que nos concede, exatamente, a oportunidade do aprendizado constante. De entendermos que precisamos renovar nossa concepção de vida e nossos conhecimentos. Eis aí o pressuposto de que a vida é a nossa maior escola: inclusive, por nos demonstrar a necessidade de permanente aprendizado.

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OBS: Post do dia 27/06/2017

segunda-feira, 26 de junho de 2017

O que fazemos e o que aprendemos

Durante a vida nós, os seres ditos humanos, somos levados a “provar” nossa bondade permanentemente. Nada de o quê fazemos na vida é “em troca de reconhecimento”. Mas, como na Bíblia, “em verdade, vos digo”: todos (e todas) esperamos e queremos sim, reconhecimento, sempre que fazemos algo. Acontece que, no mais das vezes, se você faz 100 bondades e uma, digamos, “maldade”, será lembrado sempre por esta última. Nós, os seres humanos, poucas vezes reconhecemos o outro. E, quando reconhecemos, preferimos “ver” os defeitos a exaltar as qualidades. Faz parte da condição humana magoar o outro? Principalmente a quem você diz que ama? Ou, nós, os humanos, somos mais sensíveis em relação a quem amamos? Muito provavelmente as duas coisas. Talvez tenhamos de melhorar permanentemente o nosso modo de olhar o outro. Quem sabe, nos tornamos seres melhores? É o desafio!


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