terça-feira, 12 de dezembro de 2017

De portas abertas para o futuro

Hoje, ao falar com ela e dar os parabéns, tive como resposta: “ainda estou desempregada”, acompanhada de um riso largo. Esta é a minha filha, Carolina Guerra Monteiro, que ontem, às 19h, no Teatro Direcional, participou da cerimônia de conclusão do Ensino Médio. Para meu espanto, leitores e leitoras, ela quer passou um bom tempo em busca “de uma profissão” e decidiu que, se não fizer Artes, quer ser jornalista. E, pelo menos por enquanto (pode ser que mude de ideia), quer “contar a história do pai” no jornalismo do Amazonas. Já começou a tomar conta do “meu material”, inclusive, alguns livros. Escrevo esta postagem com um misto de orgulho e preocupação. Dedicação e profissionalismo sei que ela tem de sobra. Certamente, será feliz na profissão que escolher (ou que o destino escolher por ela). Uma coisa é certa: tanto para ela quanto para o meu filho Felipe Guerra Monteiro, ensinei uma coisa: lutem para fazer o que gostam e ser felizes. Que assim o seja para o dois!


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segunda-feira, 11 de dezembro de 2017

Administradores públicos merecem respeito

Ainda que seja de um matiz político deferente do meu, e desde que não haja nenhum tipo de ação na justiça, transitada em julgado e que o condene, todo administrador das universidades públicas brasileiras merece o meu respeito. E deveria merecer o respeito de toda a comunidade. Quando somos contratados para a carreira do Magistério Superior consta que devemos desenvolver ações de Ensino, Pesquisa e Extensão. Mais recentemente, incluíram a “Inovação” como uma das nossas obrigações. O que nunca avisaram era que teríamos de, também, participar, de uma forma ou de outra, das atividades administrativas, sempre menos valorizadas nas IES. As gratificações e comissões existentes no serviço público brasileiro não pagam o fato de você entregar seu CPF e toa a sua vida particular à Instituição. Daí o meu respeito em relação a todos os administradores. Nem sempre concordo, às vezes, bato de frente. Quem administra, porém, terá sempre o meu respeito por aceitar o desafio de “tocar” as Instituições.


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domingo, 10 de dezembro de 2017

Não sou privilegiado: exijo respeito!

É um acinte a recomendação do Banco Mundial em relação ao servidor público brasileiro. Mais acintoso ainda é o ataque de colegas de trabalho a quem assume atividades administrativas nas universidades federais. Passei quatro anos como Pró-reitor de Pesquisa e Pós-graduação da Universidade Federal do Amazonas (UFAM) e Coordenador do Programa de Mídias Digitais (ECOEM) ao mesmo tempo que ministrava disciplinas nos cursos de Graduação e de Mestrado – em três Programas, viu!, Sociedade e Cultura, Comunicação e Ensino de Ciências e Humanidades - (quem quiser a prova basta buscar, na Faculdade de Informação e Comunicação-FIC- meus PITs e RITs legalmente aprovados, inclusive, com todas as promoções às quais tenho direito implementadas). Saí da Pró-reitoria em Julho de 2017 e fiquei na UFAM até o início de Outubro de 2017, muito embora minha redistribuição para a Universidade Federal do Sul da Bahia (UFSB) tenha sido publicada no dia 18 de setembro de 2017. Ou seja, legalmente, deste dia em diante, não tinha mais nenhuma obrigação com a UFAM. Ainda assim, fiquei na UFAM até o dia 03 de Outubro de 2017 para concluir a Disciplina que ministrava no Programa de Pós-graduação em Ciências da Comunicação (PPGCCOM). Entre Julho e Setembro 2017, portanto, um dia após concluir o período na Pró-reitoria, fui para Humaitá ministrar uma disciplina no Mestrado de Ensino em Ciências e Humanidades. Ao voltar, ministrei metade de uma disciplina na Graduação e uma disciplina inteira no Mestrado da FIC. Ainda deixei dois projetos em andamento: DINTER e Mestrado e Doutorado Profissional. Afora quatro estudantes qualificados e dois formados: um mestre e um doutor. Só quero mamata? Sou privilegiado? Repito, exijo respeito do Banco Mundial, do Governo Federal e de quem quer que seja. Privilegiado é quem recebe sem trabalhar ou trabalha muito pouco para o que ganha. Tenho motivos de sobra (e o farei) para me manifestar contra esta nefasta Reforma da Previdência:


Farei campanha contra e não votarei em nenhum deputado golpista ou que volte a favor da Reforma da Previdência. Faço isso porque sempre fiz jus a cada centavo que ganhei e que ganho. Tudo comprovado nos meus relatórios de trabalho. Qualquer cidadão brasileiro que duvidar, que solicite informações na UFAM. Está tudo lá, aprovado em cada um dos colegiados e conselhos competentes.


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