quinta-feira, 30 de julho de 2009

Controle de frequência


Parece ser mesmo irreversível a mudança que prevê o fim dos departamentos nas universidades brasileiras. Não por convicção das próprias universidades, mas, porque parece ser uma exigência do Ministério da Educação. Há, no fundo, uma tendência nacional de centralização administrativa e de transformação das universidades em organizações semelhantes às empresas tradicionais, com relógio de ponto e tudo. Acontece que não se caminhará nessa direção sem que haja resistências imensas de professores e técnico-administrativos. Os primeiros, tradicionalmente, detestam pensar em controle de freqüência nas universidades públicas, muito embora comportem-se como cordeirinhos quando ministram disciplinas das particulares. Os técnicos, por seu turno, vão lutar enquanto puderem para que sejam tratados da mesma forma que os professores. Logo, também não aceitam o controle de frequência se não ocorrer o mesmo com os professores. Será uma batalha longa mas o MEC tem chances de vencer.

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